Novas competências

O perfil dos futuros profissionais: novas competências no presente fazem parte da transformação das carreiras

Mudanças nos processos de produção e gestão, atreladas às novas tecnologias, aceleram a adoção de novas habilidades que transformarão o perfil dos futuros  profissionais.

Uma série de mudanças relacionadas aos processos de produção e de gestão no meio corporativo junto com a velocidade da incorporação de novas tecnologias pelas empresas, tem provocado alterações nas competências dos profissionais e no modo como suas carreiras se desenvolvem.

Desse modo, só crescem nesse novo cenário de concorrência de mercado as organizações e os indivíduos preparados para “pegar as ondas” da transformação.

Os avanços tecnológicos exercem papel fundamental nesses movimentos. Com eles, determinadas tarefas são automatizadas, passando a ser realizadas por dispositivos robóticos. Funções e cargos, assim, precisam ser reinventados de acordo com a demanda por novas habilidades.

Como o profissional precisa se enxergar

Os profissionais precisarão tomar a iniciativa de moldar suas próprias carreiras. E, à medida que o trabalho evolui, os indivíduos devem cultivar a mentalidade de ‘surfar’, sempre alertas a habilidades emergentes e de alto valor para pegar a onda em um início profissional e capturar o maior valor dessas habilidades, filtrando as oportunidades de acordo com suas preferências pessoais.

Por que o trabalho híbrido será essencial para o futuro do trabalho?

À medida que a tecnologia avança, as pessoas passam a contar com novas ferramentas que permitem fazer mais com menos. O perfil de profissional híbrido se aplica também a novos padrões de organização do próprio trabalho. Têm sido muito mais frequentes as contratações de mão de obra por projeto e home office. Assim, quanto maior a amplitude de habilidades do profissional, mais facilmente ele pode se encaixar em diferentes empreitadas. Nesses grupos constituídos de acordo com uma finalidade específica, por sinal, as relações entre os integrantes também costumam ser bem mais horizontalizadas, eliminando a figura de um chefe autoritário.

Quais competências são valorizadas nesse “novo” profissional?

Ao mapear competências, as empresas passam a valorizar mais aspectos como a capacidade de interação social, uma vez que a necessidade de trabalhar em grupo e as interfaces entre diferentes áreas ganham espaço no dia a dia corporativo. A empatia e a parte relacional, de comunicação, tornam-se diferenciais.

Da mesma forma, a criatividade e o pensamento ético são características em alta, muito por conta de as conduções de atividades e as tomadas de decisão envolverem não só critérios técnicos, mas também humanitários, levando em consideração conceitos como os de sustentabilidade e diversidade.

Os líderes, então, devem deixar para trás o estilo mais autoritário, muito ligado a ambientes moldados por tarefas e metas de rotina bem definidas. A onda passa a ser a da liderança colaborativa, capaz de extrair o melhor das equipes, com recompensas que passam pelo propósito e pelo impacto do trabalho realizado e pela oportunidade de crescimento e desenvolvimento.

Alguns princípios imperativos de liderança colaborativa:

Conectar – buscar novas maneiras de avançar na inovação e no crescimento, ligando pessoas, ideias e oportunidades para identificar necessidades não atendidas. 

Moldar – transformar insights em produtos e soluções que agreguem valor aos clientes

Liderar – criar um ambiente propício para fazer o melhor trabalho possível, mobilizando e inspirando as equipes

Realizar – atuar com rapidez e agilidade

Uma constituição mais integrada na consecução das tarefas do trabalho está de acordo com a tendência de um ambiente em que o sentimento de colaboração e comunidade, predomina entre os indivíduos. 

“Todo mundo cresce junto”

E o futuro?

O futuro do trabalho muito se pauta pela diversidade e pela inclusão. Mudanças sociais estabelecem a necessidade de as empresas contemplarem questões ligadas a etnias, gênero e faixas etárias. Fatores como o envelhecimento da população e a maior longevidade da atuação profissional dos indivíduos requerem o preparo das corporações para alocar essa força produtiva em seus quadros, lembrando que essa alocação pede o estabelecimento de políticas que facilitem o convívio entre gerações distintas.

Em face de tantas transformações nos meios corporativos, é possível dizer que o futuro do trabalho já é seu presente. 

A Blue é uma EdTech focada no impacto social que tem como propósito capacitar pessoas com o interesse em atuar no mercado de tecnologia com cursos de programação que oferecem ao aluno não apenas o desenvolvimento profissional, mas também um direcionamento prático de mercado. Ajudamos nossos alunos na conexão com as oportunidades de trabalho em empresas com crescimento acelerado, e programamos nossa grade para que já no sétimo mês seja possível ingressar efetivamente em um desafio no mercado corporativo.

Nós Bluemers, queremos transformar realidades individuais para  juntos, transformarmos o mundo!

 

Leia também:

https://blueedtech.com.br/pos-pandemia-tendencias/

https://blueedtech.com.br/a-transformacao-digital-esta-acontecendo-e-voce-vai-fazer-parte-dela-quando/

https://blueedtech.com.br/area-de-tecnologia-mercado-de-contratacao-para-pessoas-mais-velhas/

https://blueedtech.com.br/transicao-de-carreira-apos-os-30-anos-mudar-ou-nao-mudar-eis-a-questao/

 

Posts relacionados