trabalho no exterior

Profissão desenvolvedor: como é trabalhar para fora do Brasil

A pandemia que virou o mundo de cabeça para baixo em inúmeros sentidos também movimentou a dinâmica dos modelos de trabalho. Profissionais de todas as áreas tiveram que se adaptar ao modelo de home office que já era forte na área de tecnologia, se expandindo com rapidez entre as demais. O avanço da tecnologia tornou viável esse novo modelo e os trabalhos remotos passaram a funcionar tão bem quanto os presenciais. Com isso, as portas que já estavam abertas, passam a chamar cada vez mais atenção dos profissionais de tecnologia. Hoje vamos te explicar como funciona trabalhar para o exterior e como é ser um desenvolvedor fora do Brasil.

Trabalhar para o exterior promove desafios que vão além dos técnicos. Questões culturais e organizações relativas à fuso horário, por exemplo, também estão inclusas no pacote. Um ponto fundamental para que a dinâmica funcione de fato, é saber trabalhar com metodologias ágeis, que garantem o alinhamento do time em relação às tarefas que terão de ser realizadas para que se chegue a um resultado com a excelência necessária.

O time de professores da Blue é formado por desenvolvedores, que além de dar aulas aos Bluemers, também estão atuando no mercado de trabalho. Esse é o caso do professor e desenvolvedor Matheus Morett, que mora no Brasil e atua como engenheiro de software sênior em uma empresa americana. Ele nos deu algumas dicas para quem quer aproveitar esse caminho e oportunidade de mercado de trabalho para fora do Brasil.

O inglês!

Ele acredita que um ponto importante que ajudou na relevância de seu perfil, foi o fato de estar todo em inglês. Mas, calma! O Matheus é prova viva de que nem sempre é necessário ter fluência no idioma para conquistar oportunidades fora do Brasil:  “É importante que você consiga ouvir e comunicar o básico, então uma fluência não é mandatória. O time conta com pessoas super educadas e prestativas, que não veem problema algum em te ajudar com vocabulários novos!”.

Antes de abraçar essa oportunidade, o Matheus pensava que apenas profissionais mais seniores eram selecionados para vagas no exterior, mas afirma que isso não é uma verdade absoluta e que o idioma não é um obstáculo tão grande quanto se pensa: “Qualquer um que consiga se comunicar pode se aventurar em uma vaga no exterior, o grande lance é se candidatar quando se deparar com uma vaga que faça sentido com o seu perfil”.

E o processo?

Geralmente, processos seletivos seguem o seguinte fluxo:

  • Contato do recrutador/recrutadora pelo LinkedIn
  • Uma breve conversa ao telefone para entender sua experiência de maneira superficial
  • Entrevista por vídeo com o responsável pela vaga
  • Avaliação técnica
  • Entrevista por vídeo com o gestor da vaga
  • Entrevista por vídeo com outros gestores

O teste técnico é aplicado à quase todos os processos seletivos da área de tecnologia, independente se no Brasil ou no exterior, e funcionam para que se compreenda na prática como você poderá contribuir com seus conhecimentos. Em alguns processos, também acontecem entrevistas com o time do qual você potencialmente fará parte, para identificar sinergia e alinhamento de questões relacionadas à cultura.

O segundo semestre do curso da Blue é focado no desenvolvimento das soft skills, que inclui também o apoio na evolução em processos seletivos. Nós te ajudamos com a melhoria do seu currículo e com o direcionamento para entrevistas tanto com recrutadores quanto com gestores técnicos. Todo esse preparo aumenta significativamente as suas chances de ser aprovado e conquistar a tão sonhada vaga aqui ou fora do nosso país!

Vem pra Blue e vamos dominar o mundo!

 

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